A temporada vitoriosa do Arsenal não se destacará por um placar esmagador ou por um ataque que quebrou recordes. O êxito foi edificado de maneiras menos espetaculares: domínio defensivo, uma ofensiva mais espalhada e uma regularidade em lances de bola parada que se revelou arrasadora.
Restando apenas uma partida, o Arsenal ocupa a liderança da Premier League, somando 82 pontos em 37 confrontos, com vitórias em
O texto descreve a temporada em que o Arsenal confirmou o título, que ocorreu nesta terça-feira (19) após o empate do vice-líder Manchester City com o Bournemouth. Embora a pontuação total dos Gunners não esteja entre as maiores da era moderna, ela reflete a consistência da equipe e a capacidade de evitar sequências negativas.
A temporada do Arsenal foi marcada por um padrão consistente, com a equipe sofrendo pouquíssimos gols e ditando o ritmo dos jogos. O ataque marcou 69 gols, mas o destaque foi a defesa, que sofreu apenas 26 gols, sendo o melhor desempenho defensivo da liga. Essa evolução defensiva não se resumiu a jogar recuado, mas sim a uma pressão mais controlada, proteção do centro do campo e redução das chances adversárias. Quando em vantagem, o time demonstrava conforto em controlar o jogo e diminuir o ritmo. O goleiro David Raya exemplificou esse estilo com 60 defesas, 19 jogos sem sofrer gols e 69% de aproveitamento, além de ter conquistado três troféus Luva de Ouro (implícito).
Respostas às perguntas:
a) Qual time confirmou o título?
O Arsenal.
b) Como o título foi confirmado?
O título foi confirmado com o empate do vice-líder Manchester City com o Bournemouth.
c) Quantos gols o time campeão marcou e sofreu no campeonato?
O time campeão marcou 69 gols e sofreu apenas 26 gols no campeonato.
d) Quais são as estatísticas do goleiro David Raya mencionadas no texto?
As estatísticas do goleiro David Raya mencionadas são: 60 defesas, 19 jogos sem sofrer gols e 69% de aproveitamento. Ele também ganhou três troféus “Luva de [Ouro]”.
e) O que o texto diz sobre o total de pontos do campeão em comparação com outras temporadas?
O texto afirma que o total de pontos dos Gunners não está entre as maiores pontuações de campeões da era moderna, mas que, no contexto, reflete um time que evitou as sequências negativas que prejudicaram outras campanhas na briga pelo título. A primeira frase parece ter um erro de digitação ou tradução. “Ouro foram justos” não faz sentido no contexto. Considerando a imagem de Raya e a menção de troféus, é provável que se refira ao goleiro David Raya e a algum reconhecimento ou prêmio.
Aqui estão as correções e sugestões para tornar o texto mais natural e gramaticalmente correto em português:
Correção sugerida:
“Raya foi o justo vencedor. Ele está a apenas um troféu do recorde histórico de quatro, que pertence a Petr Cech e Joe Hart.”
(Assumindo que “Ouro” era um erro de digitação para “Raya” e que “foram justos” era uma tentativa de dizer que ele foi o “justo vencedor” ou que a sua conquista foi “justa/merecida”.)
Texto completo corrigido:
Raya foi o justo vencedor. Ele está a apenas um troféu do recorde histórico de quatro, que pertence a Petr Cech e Joe Hart.

Sua contribuição foi além das defesas, porém. O Arsenal passou a usar Raya para desacelerar o ritmo, reiniciar a posse de bola e manter o controle territorial.
À sua frente, o zagueiro William Saliba teve aproveitamento de 62,86% nos desarmes. O Arsenal manteve a estrutura defensiva intacta na maior parte da temporada e raramente precisou compensar instabilidades atrás da bola. Os Gunners ficaram 15 jogos sem sofrer gols e **sofreram** apenas 20 gols nos 31 jogos em que ele atuou.
Rice domina o meio-campo
Se Saliba foi o pilar da defesa, Declan Rice foi o cara que conectou o time.
Sua temporada **registrou** 6 gols e 8 assistências, além de 70 desarmes, 37 interceptações e 180 recuperações de posse. Poucos meio-campistas na liga tiveram tanta responsabilidade em diferentes funções.
English Translation:
(Image: Rice’s season statistics. Credit: REUTERS / Hannah Mckay / Opta by Stats Perform)
Rice did the expected job of an elite defensive midfielder, but coach Arteta began to demand more from him with the ball at his feet. The midfielder started to drive the team forward more frequently, make surprise runs into dangerous positions, and became increasingly important in set pieces, tallying five assists and four goals in 36 games.
The arrival of Viktor Gyokeres brought the center-forward threat the team desperately needed and may have been the differentiator compared to previous seasons.
(Image: Gyokeres’s season statistics. Credit: Reuters / Paul Childs / Opta by Stats Perform)
His 14 league goals solved a problem Arsenal had been facing in previous seasons. His presence demonstrated the value of a classic-style striker in modern football, averaging 158.79 minutes per goal, with all but one scored inside the box.
Set Piece F.C.
The area where Arsenal stood out the most, however, was in set pieces.
Arsenal broke the Premier League record by scoring 17 goals from corners in the 2025/26 season, surpassing the previous mark.
Summary:
The article discusses key factors in Arsenal’s recent performance, focusing on individual player development and strategic strengths. Declan Rice, initially an elite defensive midfielder, expanded his role under coach Arteta to be more offensive, contributing 5 assists and 4 goals in 36 games and becoming crucial in set pieces. The acquisition of Viktor Gyokeres was highlighted as a game-changer, providing the much-needed center-forward threat. His 14 league goals, mostly scored inside the box, resolved a long-standing issue for the team. Additionally, Arsenal’s prowess in set pieces was a significant strength, as they broke the Premier League record by scoring 17 goals from corners in the 2025/26 season. de 16, a record previously shared by Oldham (1992/93), West Brom (2016/17), and Arsenal themselves (2023/24).
Corners evolved into sustained attacking phases, rather than just isolated plays.
In total, after 37 games, the Gunners had already scored 28 set-piece goals in the league this season.

These figures demonstrate how Arsenal began to approach set pieces strategically. The objective wasn’t just about good delivery, but about creating favourable matchups and maintaining pressure after the initial contact.
Their rehearsed routines became more varied. Near-post runs, far-post isolation, and second-ball attacks replaced the more predictable patterns of previous seasons.
Almost a third of Arsenal’s expected goals came from set pieces.
For a team that already controlled possession and conceded few goals, this additional source of goals alleviated pressure from open play and made managing tight matches easier.
No Red Cards for the Champions
One overlooked fact from Arsenal’s season was this: the team completed the entire Premier League campaign **without receiving a single red card**.
In previous title challenges, Arsenal was sometimes hampered by specific moments – unnecessary suspensions, emotional decisions, or games that became too open after losing control. This season, that almost didn’t happen…
It happened.
The number shows a team that defended earlier, committed fewer emergency fouls, and spent less time chasing the game. Arsenal almost never exposed itself to the point of needing desperate interventions.
For a team built on structure and territorial control, keeping 11 players on the pitch every week became another small advantage that made a difference throughout the season.

