Dorival assume o São Paulo e descarta a necessidade de uma reformulação radical.

Dorival assume o São Paulo e descarta a necessidade de uma reformulação radical.


O técnico Dorival Júnior teve sua apresentação oficial na tarde desta segunda-feira (18), no CT da Barra Funda, como o novo dirigente do São Paulo.

O comandante, que ocupa a posição antes de Roger Machado, dispensado, assina um contrato com vigência até o término da temporada. Dorival inicia seu terceiro período no clube com o encargo prioritário de serenar os ânimos nos bastidores e restabelecer a sinergia

Dorival Júnior assumiu o comando técnico do São Paulo, que ocupa a quinta colocação no Brasileirão, herdando um ambiente desgastado por forte pressão da torcida e pela sombra da demissão anterior de Hernán Crespo. O treinador rechaçou a ideia de “terra arrasada”, afirmando que não irá “reiniciar do zero” e que pretende aproveitar a base tática já consolidada no elenco, elogiando as gestões anteriores. Ciente da instabilidade, Dorival fez um apelo público aos torcedores por um voto de confiança e união, pedindo “paz” para que o clube possa encontrar os caminhos para a recuperação.


Título Sugerido: Dorival Júnior no São Paulo: Sem “terra arrasada” e com apelo à união A expressão “presente do subjuntivo” refere-se a um modo verbal em português (e em outras línguas românicas) que é usado para expressar:

  1. Desejo, vontade ou expectativa: “Espero que ele venha.” (I hope he comes.)
  2. Dúvida ou incerteza: “Não tenho certeza se ele saiba.” (I’m not sure if he knows.)
  3. Possibilidade ou hipótese: “É possível que ele chegue tarde.” (It’s possible he arrives late.)
  4. Conselho, ordem ou sugestão (indireta): “É importante que você estude.” (It’s important that you study.)
  5. Emoção ou sentimento: “Fico feliz que você esteja aqui.” (I’m happy that you are here.)

Ao contrário do Indicativo (que expressa fatos e certezas), o Subjuntivo lida com o que é subjetivo, não-factual, desejado ou hipotético.


Analisando a frase que você forneceu:

“…acreditando muito numa recuperação dessa equipe”, concluiu ele, com seu característico presente do subjuntivo.”

Aqui, há uma pequena nuance:

  • A frase citada diretamente (“acreditando muito numa recuperação dessa equipe”) usa o gerúndio (“acreditando”), não um verbo no presente do subjuntivo.
  • No entanto, a jornalista ou quem escreveu a matéria está afirmando que o técnico geralmente usa o presente do subjuntivo em suas falas, e que essa citação, mesmo que com um gerúndio, transmite um sentido que ele frequentemente expressa através do subjuntivo.

Se a frase fosse dita no presente do subjuntivo, poderia ser algo como:

  • “Espero que o nosso torcedor esteja de volta e acredite muito numa recuperação dessa equipe.” (Expressando desejo/expectativa)
  • “É fundamental que o nosso torcedor volte e acredite muito numa recuperação dessa equipe.” (Expressando a necessidade/importância)

A menção ao “característico presente do subjuntivo” sugere que o técnico tem um estilo de fala que frequentemente expressa desejos, esperanças ou condições para o futuro, em vez de simplesmente constatar fatos. A citação com o gerúndio (“acreditando”) pode ser uma forma resumida ou parafraseada de algo que, em sua forma completa e original, teria um verbo no subjuntivo.



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